quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O que é Economia Solidária?

A Economia Solidária pode ser definida em três dimensões:
  • Economicamente, é um jeito de fazer a atividade econômica de produção, oferta de serviços, comercialização, finanças ou consumo baseado na democracia e na cooperação, o que chamamos de autogestão: ou seja, na Economia Solidária não existe patrão nem empregados, pois todos os/as integrantes do empreendimento (associação, cooperativa ou grupo) são ao mesmo tempo trabalhadores e donos.
  • Culturalmente, é também um jeito de estar no mundo e de consumir (em casa, em eventos ou no trabalho) produtos locais, saudáveis, da Economia Solidária, que não afetem o meio-ambiente, que não tenham transgênicos e nem beneficiem grandes empresas. Neste aspecto, também simbólico e de valores, estamos falando de mudar o paradigma da competição para o da cooperação de da inteligência coletiva, livre e partilhada.
  • Politicamente, é um movimento social, que luta pela mudança da sociedade, por uma forma diferente de desenvolvimento, que não seja baseado nas grandes empresas nem nos latifúndios com seus proprietários e acionistas, mas sim um desenvolvimento para as pessoas e construída pela população a partir dos valores da solidariedade, da democracia, da cooperação, da preservação ambiental e dos direitos humanos.
A economia solidária é praticada por milhões de trabalhadoras e trabalhadores de todos os extratos, incluindo a população mais excluída e vulnerável, organizados de forma coletiva gerindo seu próprio trabalho, lutando pela sua emancipação em milhares de empreendimentos econômicos solidários e garantindo, assim, a reprodução ampliada da vida nos setores populares.
São iniciativas de projetos produtivos coletivos, cooperativas populares, cooperativas de coleta e reciclagem de materiais recicláveis, redes de produção, comercialização e consumo, instituições financeiras voltadas para empreendimentos populares solidários, empresas autogestionárias, cooperativas de agricultura familiar e agroecologia, cooperativas de prestação de serviços, entre outras, que dinamizam as economias locais, garantem trabalho digno e renda às famílias envolvidas, além de promover a preservação ambiental.
Além disso, a economia solidária se expressa em organização e conscientização sobre o consumo responsável, fortalecendo relações entre campo e cidade, entre produtores e consumidores, e permitindo uma ação mais crítica e pró-ativa dos consumidores sobre qualidade de vida, de alimentação e interesse sobre os rumos do desenvolvimento relacionados à atividade econômica.
Para saber mais, acesse o site do FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária




Participe da Campanha pela
Lei da Economia Solidária você também!

ACESSE:

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

II Conferência Nacional de Economia Solidária

(Você também pode sugerir, é só acessar, preencher o formulário e enviar!)
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De:           Ivan Bonifácio
Email:     
isbonifacio@yahoo.com.br
Postado: 27/12/2011 11:01:24
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Gostaria de compartilhar o documento final da II Conferência Nacional de Economia Solidária.

O texto é bastante claro e ajuda a compreender o que é economia solidária, como ela pode acontecer e como é a organização do Sistema Nacional de Economia Solidária.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A importância do Forum Municipal de Economia Solidária!

O Fórum Municipal de Economia Solidária consiste fundamentalmente na articulação entre três segmentos do movimento de Economia Solidária:
* Empreendimentos solidários;
* Entidades de assessoria e fomento, e;
* Gestores públicos.

A sua principal instância de decisão é a Coordenação Municipal, que consiste nos representantes dos empreendimentos economicos solidários, das entidades de fomento e dos gestores públicos.

Atualmente a Coordenação do Forum é composta de 12 participantes, sendo distribuida da seguinte forma (veja detalhes aqui):
* 6 representantes de Empreendimentos Econômicos Solidários;
* 3 representantes de Entidades de Assessoria e Apoio, e;
* 3 representantes de Gestores.

Reunde-se mensalmente.
Por se tratar de um espaço de pactuação para o fortalecimento da Economia Solidária, onde majoritariamente os EES participam, o forum se constitui numa ferramenta poderosa de organização a Economia Solidária em nosso municipio, por isso sua grande importância.

Nesse ultimo ano, o Forum participou ativamente das decisões da Economia Solidária em Rio Claro, participando de eventos, de feiras fora da cidade, da organização de nosso dia-a-dia, bem como da organização da I Feira de Economia Solidária de Rio Claro e Região.

Como estamos caminhando para o final de mais um ano, fica aqui algumas reflexões/sugestões para serem debatidas conjuntamente nas primeiras reuniões do Forum Municipal de Economia Solidária de Rio Claro e Região.

Esperamos todos vocês lá!

Abraços!

FELIZ 2012!


Sugestão para debate no Forum de Economia Solidária - 2012:
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1. Revisitar o Planejamento Estratégico do Forum Municipal (Abril/2011) - avaliação;

2. Inauguração do Centro Público de Economia Solidária;

3. Organização da Campanha pela Lei Nacional de Economia Solidária;

4. Apresentação e organização do plano de ação para execução do Projeto SENAES 003;

5. Apresentação e organização do plano de ação para execução doProjeto SENAES 004;

6. Organização do calendário das plenárias para 2012 (veja mais detalhes aqui):
a) Municipal / Regional;
b) Estadual;
c) Nacional;

7. Discussão e definição sobre as atribuições da Coordenação Municipal e Coordenação Executiva;

8. Discussão e definição sobre os critérios para participação nas coordenações - Elaboração de Regimento Interno;

9. Escolha da Coordenação Executiva;

10. Reorganização dos Grupos de Trabalho/Comissões;

11. Planejamento do calendário permanente de Feiras de Economia Solidária;

12. Planejamento do Ponto Fixo de Venda - Centro Público de Economia Solidária;

13. Planejamento do Ponto Venda Virtual - Internet.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Editais

Ministério da Cultura lança edital para premiar 500 iniciativas de jovens que produzem cultura

19/12/2011 02:42

A secretária de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC/MinC), Márcia Rollemberg, anunciou em Brasília, no último dia 12, a realização do Prêmio Agente Jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais (clique aqui para ver o edital), que vai conceder 500 prêmios, no valor de R$ 9 mil cada, a iniciativas culturais já realizadas e concluídas, propostas por jovens agentes culturais de todo o país.
As inscrições para a premiação estarão abertas a partir de quinta-feira, 15 de dezembro, estendendo-se até 31 de janeiro de 2012, e poderão ser realizadas no endereço eletrônico do MinC (clique aqui para acessar) ou encaminhadas via Correios.  Poderão participar da iniciativa jovens brasileiros natos ou naturalizados e estrangeiros residentes há mais de três anos no país, na faixa etária entre 15 e 29 anos.
O anúncio foi feito momentos antes da realização da plenária final da 2ª Conferência Nacional de Juventude, que reuniu, na capital federal, no período de 9 a 12 de dezembro, quase dois mil jovens, dentre eles, 1.400 delegados de todo o Brasil, observadores e também convidados nacionais e internacionais. O evento foi coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, por meio da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ/PR).
Parceria
O Prêmio Agente Jovem de Cultura será desenvolvido pelo MinC, por meio da Secretaria de Cidadania Cultural, em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República/Secretaria Nacional de Juventude e os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Saúde (MS). Serão 100 prêmios para a categoria Jovem adolescente (15 a 17 anos), 200 para a categoria Jovem jovem (18 a 24 anos) e outros 200 para a categoria Jovem adulto (25 a 29 anos).
A premiação abrange uma faixa transversal de políticas públicas dedicadas à juventude e conta com recursos totais da ordem de R$ 5,7 milhões. O concurso terá recursos dos programas Brasil Plural e Cultura Viva, do MinC. Os ministérios envolvidos também concedem apoio financeiro.
As iniciativas culturais poderão contemplar ações voltadas para as áreas de Comunicação, Articulação e Mobilização Cultural, Cultura e Tecnologia, Pesquisa, Acervo e Diálogos Intergeracionais no Campo da Cultura, Formação Cultural, Produção e Expressão Artística e Cultural, Intercâmbios e Encontros Culturais, e Cultura e Sustentabilidade.
Ação mais permanente
Para a secretária de Cidadania Cultural do MinC, é importante identificar e valorizar o que vem sendo feito por jovens que trabalham com a cultura no Brasil. Mas, segundo ela, “esse prêmio é o primeiro passo de um processo de ação mais ampla e permanente, que vai envolver trabalhos de fortalecimento da formação do agente jovem de cultura, incluindo bolsas de formação, com uma parceria, também, do Ministério da Educação (MEC).”
“O jovem brasileiro precisa ter noção da diversidade, do patrimônio cultural que esse país tem. A partir disso ele terá uma decisão, tomará consciência, com maior propriedade, da participação que terá para o Brasil de amanhã”, enfatizou Márcia. Segundo ela, a partir do próximo ano, o trabalho será amplo, visando fortalecer os agentes de cultura.
A Secretária Nacional de Juventude, Severine Macedo, disse que o prêmio, além de beneficiar jovens que já vêm desenvolvendo experiências na área cultural, abre uma relação estratégica entre o MinC e a SNJ, com apoio dos demais ministérios envolvidos. “Inaugura um período estratégico de uma relação que vai fortalecer o acesso à produção e à cultura como um direito da juventude brasileira”, acentuou. Segundo Severine, a maior parte dos programas que o MinC desenvolve atinge maximamente os jovens.
Clique aqui e acesse todas as informações sobre o Edital Prêmio Agente Jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais.
(Texto: Glaucia Lira e Patrícia Saldanha – Ascom/MinC)
(Fotos: Bruno Spada – Ascom/MinC)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Participe da Campanha pela Lei da Economia Solidária!

APRESENTAÇÃO

A cada dia cresce a quantidade de pessoas no Brasil que se unem para trabalhar ou consumir juntos, em solidariedade, na Economia Solidária, em que não há patrão nem empregados. Esta prática é boa para o Brasil, pois não concentra renda, e nem é baseada na competição e no lucro, mas sim na vida, na cooperação e na qualidade de vida para todos.

Infelizmente, a lei brasileira traz muitas dificuldades para quem quer viver da Economia Solidária, ainda mais se comparado às empresas capitalistas, que vivem somente da exploração e do lucro. Isso acontece, principalmente, por que o Estado Brasileiro não reconhece o direito ao trabalho associado e às formas organizativas baseadas na Economia Solidária, dificultando o acesso a financiamento público, assessoria técnica e divulgação na sociedade.

Para fortalecer esta proposta de desenvolvimento justo, sustentável, diverso e solidário, foi criada a Campanha pela Lei da Economia Solidária. O objetivo da Campanha é conseguir criar a primeira lei brasileira que reconheça o direito ao trabalho associado e apoie as iniciativas da economia solidária, dando espaço para as pessoas poderem se organizar em cooperação, com justiça e preservação ambiental.

Participe da Campanha
você também!

ACESSE:

O Centro Público de Economia Solidária de Rio Claro

O objetivo inicial para a instalação do Centro Público em Rio Claro, é a implantação de um espaço físico multifuncional com a finalidade de disponibilizar serviços aos empreendimentos econômicos solidários na comercialização de produtos e serviços, formação, assistência técnica, incubação de empreendimentos econômicos solidários e apoio a iniciativas de finanças solidárias.
Um pouco de nossa história recente...

Essa iniciativa partiu da Secretaria de Ação Social, através da Diretoria de Planejamento e Políticas Intersetoriais, onde está alocado o Programa Municipal de Economia Solidária, com o apoio da UNESP (Laboratório de Estudos Territorias – Depto Geografia – IGCE/UNESP e Laboratório de Análise Espacial Aplicado a Políticas Públicas - CEAPLA– IGCE/UNESP), com orçamento da própria Secretaria de Ação Social.
Várias iniciativas voltadas para Economia Solidária e para o desenvolvimento dos empreendimentos já foram realizadas em nosso municipio, às vezes com apoio do governo, mas em boa parte com o auxilio de uma rede de entidades, que acreditam em uma forma diferente de organização dos processos econômicos. Portanto, não estamos inventando a roda...

Porém, esse debate ganhou nova força a partir do ano de 2009, quando do fortalecimento das ações da Divisão de Ação Comunitária da Secretaria de Ação Social, com a incrementação do grupo de trabalho e da ampliação da área de atuação.

No ano de 2010, foi aprovada a Lei Municipal de Economia Solidária, com a criação de um Fundo Municipal e a participação da sociedade civil, através da criação do Conselho Municipal de Economia Solidária.


Também foi constituido o Fórum Municipal de Economia Solidária, formado pelos Empreendimentos Econômicos Solidários (EES), Entidades de assessoria e apoio e Governo - esse fórum se reúne mensalmente e discute e encaminha as ações que deverão ser tomadas pela Ecosol.Segundo Paul Singer, Secretário Nacional de Economia Solidária, "a Economia Solidária é ‘uma arma' que tem papel fundamental no enfrentamento à pobreza e na organização do trabalho coletivo, já que permite que "as pessoas saiam da pobreza de uma forma igualitária, sem ser empregado".

Além disso, firmamos um convênio com a UNESP, que tem sido de vital importância para o desenvolvimento do Programa.


No início do ano de 2011, a Secretaria de Ação Social, reuniu em uma mesma diretoria, todas as ações intersetoriais, que vinham sendo desenvolvidas ao longo do tempo, separando-as das ações ligadas às finalidades da execução da política de Assistência Social, dentro da Proteção Social Básica e Especial.


Nesse contexto o Programa de Economia Solidária, até então ligado ao Gabinete da Secretária, foi alocado à Diretoria de Planejamento e Políticas Intersetoriais, juntamente com outros programas/ações - Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional, Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, Ação Comunitária, apoio à COOPERVIVA e Centro de Qualificação Profissional, integrando-se e contribuindo para o densenvolvimento da articulação e otimização das propostas, bem como do fortalecimento da intersetorialidade. É nesse momento, que o programa se alinhou às diretrizes da Secretaria Nacional de Economia Solidária, que tem a frente da pasta o companheiro Paul Singer.


Por último, e não menos importante, a mudança da gestão, possibilitou neste ano, a aprovação de dois importantes projetos para o nosso municipio - um para a reestruturação do Centro Público de Economia Solidária, com o fomento da organização dos EES e outro para a organização dos catadores de recicláveis, ambos somando R$1.7 milhões.



Construindo o nosso Centro Público...

Segundo Paul Singer, Secretário Nacional de Economia Solidária, "a Economia Solidária é ‘uma arma' que tem papel fundamental no enfrentamento à pobreza e na organização do trabalho coletivo, já que permite que "as pessoas saiam da pobreza de uma forma igualitária, sem ser empregado".
O papel do Centro Público é ser um grande articulador e organizador dessas demandas.
 
Quais são as expectativas?
1. Capacitar agentes de economia solidária para atuação nas ações de sensibilização, mobilização, organização de demandas e assessoramento sistemático às comunidades e empreendimentos econômicos solidários
2. Fomentar o desenvolvimento local e territorial sustentável e solidário por meio da implantação e consolidação de ações integradas de economia solidária em territórios caracterizados pela concentração de extrema pobreza
3. Desenvolver atividades sistemáticas de assessoria técnica e incubação necessárias ao desenvolvimento e fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários
4. Implantar iniciativas de comercialização solidária com bases de serviço de apoio, redes de cooperação e pontos fixos de apoio à comercialização
5. Apoiar iniciativas de geração e manutenção de postos de trabalho, de melhoria de renda e das condições de vida de comunidades com população em situação de extrema pobreza
6. Fomentar iniciativas de finanças solidárias por meio da constituição e fortalecimento de Fundo Rotativo Solidário.



O Centro Público já se encontra em funcionamento:
Programa de Economia Solidária
Rua 10 nº 2527 - Santana
Rio Claro - SP
CEP 13.500-230

Telefone: 3524-2984


Paulo de Tarso Hebling Meira
Diretor de Planejamento e Políticas Intersetoriais
Secretaria Municipal de Ação Social
Rio Claro/SP

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Programando o ano de 2012!

Para conhecimento de todos, seguem as datas para a realização dos Fóruns de Economia Solidária.

É só agendar e participar!

 

FORUM REGIONAL
(CAMPINAS)
FORUM MUNICIPAL
(RIO CLARO)
FORUM PAULISTA
3ª Terça Feira do mês
3ª Quinta Feira do mês
3ª Sexta Feira do mês
JANEIRO
17
Campinas
19

20
São Paulo SRTE
FEVEREIRO
28
Campinas
23

24
Campinas
MARÇO
20
Campinas
15

16

ABRIL
17
Campinas
19

20

MAIO
22
Rio Claro
17

18

JUNHO
19
Arthur Nogueira
14

15

JULHO
17
Hortolândia
19

20

AGOSTO
21
Salto
16

17

SETEMBRO
18
Várzea Paulista
20

21

OUTUBRO
16
Campinas
18

19

NOVEMBRO
27
Campinas
15

16

DEZEMBRO
18
Campinas
20

21

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Rio Claro participa do Forum Paulista de Economia Solidária

O Programa de Economia Solidária de Rio Claro, esteve representado no dia de hoje na reunião mensal do Fórum Paulista de Economia Solidária, que ocorreu em São Paulo, na sede da Superintendêcia Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/SP).
Na oportunidade foram levantadas as demandas para a organização do Forum para o próximo período, bem como a definição de calendário do ano de 2012.
Também estiveram presentes na reunião representantes da Capital, do Forum Regional de Campinas e do ABC.
O Forum debateu a importancia da participação do estado de São Paulo na Campanha Nacional, sendo de vital importância a reorganização da mobilização para a coleta de assinaturas para a aprovação da Campanha pela Lei da Economia Solidária.
Umas das dificuldades apontadas foi a necessidade de coleta do Titulo de Eleitor, que nem sempre as pessoas interessadas em assinar o abaixo assinado, tem na mão e na hora. Para driblar esse impecilho foi colocada a idéia de se coletar, também o nome da mãe, à lápis, caso essa seja a vontade da pessoa, para consulta do número do título de eleitor posteriormente, no caso da impossibilidade de se obter a referida informação.
Para isso "novas e velhas" estratégias foram lançadas para incrementar essa ação, sendo que foi escolhida uma Comissão de Mobilização para avaliar e acompanhar esse processo:
1. Fomentar a construção dentro dos Foruns Regionais/Municipais, as seguintes ações:
a) Elaboração de um calendário permanente de mobilização, levando em consideração estratégicamente a utilização dos equipamentos públicos, as instituições públicas, as instituições da rede socioassistencial, as igrejas, universidades, sindicatos, etc. e as redes sociais da internet;
b) Elaboração de um calendário de estudos/debates/apresentação da Campanha pela Lei da Economia Solidária - baseada nas diretrizes da Campanha, para ser replicada pedagogicamente nas estruturas elencadas anteriormente, se utilizando das mais diversas metodologias - palestras, reuniões, panfletagens, feiras, etc;
c) Reprodução do material de divulgação da campanha disponibilizado no site Cirandas, com apoio de parceiros;
d) Otimização da rede de articulação dos Fóruns Regionais, para que deem suporte aos municipios;
e) Repasse dos resultados obtidos para o Forum Paulista.
Também se debateu a realização do Ato/Debate sobre Economia Solidária, que será realizado no próximo dia 02 de fevereiro de 2012, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - Sala Teotonio Vilela (manhã e tarde) com o objetivo de fortalecer a Economia Solidária através da ampliação da participação dos Movimentos Sociais, Empreendimentos, Fóruns Regionais, aproveitando para mobilizar ainda mais as ações da Campanha Nacional.
Na reunião se destacou a importancia da atuação dos Foruns Regionais, no acompanhamento, orientação e articulação no que se refere a execução dos Editais SENAES 003 e 004, pelos programas municipais, nas cidades onde os projetos foram aprovados e serão destinados recursos para isso, através da Secretaria Nacional de Economia Solidária.
Lembra que aprovamos esse Edital em nosso municipio? Não? Então leia - CLIQUE
Além disso iniciaram-se os preparativos para as Plenárias que ocorrerão no ano que vem, com o seguinte calendário:
Até Junho - Realização das Etapas Municipais/Regionais;
Entre Julho/Agosto - Realização da Etapa Estadual
E previsão para Novembro - Realização da Etapa Nacional
Para auxiliar na organização do Fórum definiu-se que as reuniões ocorrerão todas as terceiras sextas-feira de cada mês, ficando a primeira reunião marcada para o dia 20/01/12, no municipio de São Paulo, na sede da SRTE/SP e a segunda reunião do ano, no dia 24/02/12, no municipio de Campinas.

Paulo de Tarso Hebling Meira
Diretoria de Planejamento e Políticas Intersetoriais
Secretaria de Ação Social