Desafios e Perspectivas da Economia Solidária no Estado de São Paulo
Data: 02/03/12
Local: Assembléia Legislativa - auditório Teotônio Vilela
Horário: 9h as 13h
Programação:
9h – Mesa de abertura: Frente Parlamentar de Economia Solidária, Frente Parlamentar Nacional de Economia Solidária , SENAES/MTE e FPES
9h 30 – Movimentos Sociais e Economia Solidária: MNCR, Marcha Mundial de Mulheres, Movimento Negro, Indígenas, Movimentos Sem Teto, Movimentos de Moradia, CONCRAB/MST, Central de Movimentos Populares, LGBTTT, religiões de matriz africana, Fórum de Ponto de Cultura entre outros.
10h 30–Debate
11h 30 – Campanha da Lei da Economia Solidária: exposição e esclarecimentos
12h 30 – Encaminhamentos: agenda de organização dos comitês e pontos de assinatura
O programa Municipal de Economia Solidária estará organizando a participação do maior número de pessoas para esta atividade.
Você tem interesse?
Entre em contato conosco!
Notícias, acontecimentos, novidades, comentários, opiniões e toda a divulgação para o fortalecimento da Economia Solidária no Estado de São Paulo.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Participe da Campanha pela Lei da Economia Solidária!
APRESENTAÇÃO
A cada dia cresce a quantidade de pessoas no Brasil que se unem para trabalhar ou consumir juntos, em solidariedade, na Economia Solidária, em que não há patrão nem empregados. Esta prática é boa para o Brasil, pois não concentra renda, e nem é baseada na competição e no lucro, mas sim na vida, na cooperação e na qualidade de vida para todos.
Infelizmente, a lei brasileira traz muitas dificuldades para quem quer viver da Economia Solidária, ainda mais se comparado às empresas capitalistas, que vivem somente da exploração e do lucro. Isso acontece, principalmente, por que o Estado Brasileiro não reconhece o direito ao trabalho associado e às formas organizativas baseadas na Economia Solidária, dificultando o acesso a financiamento público, assessoria técnica e divulgação na sociedade.
Para fortalecer esta proposta de desenvolvimento justo, sustentável, diverso e solidário, foi criada a Campanha pela Lei da Economia Solidária. O objetivo da Campanha é conseguir criar a primeira lei brasileira que reconheça o direito ao trabalho associado e apoie as iniciativas da economia solidária, dando espaço para as pessoas poderem se organizar em cooperação, com justiça e preservação ambiental.
Participe da Campanha você também!
ACESSE:
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Secretaria Municipal de Ação Social: Cooperviva sedia o primeiro Fórum destinado à Polí...
Secretaria Municipal de Ação Social: Cooperviva sedia o primeiro Fórum destinado à Polí...: Cooperativas de Rio Claro, São Carlos, Araraquara, Limeira e Campinas participam da primeira reunião do Fórum Regional de Cooperativas de R...
Economia Solidária e Meio Ambiente.
FONTE: SUGIRA UM ARTIGO
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Postado: 07/01/2012 08:58:54
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Como a economia solidária poderia agregar valores ao meio ambiente?
Sugiro um debate franco e aberto, visto que muitos dos produtos vendidos são frutos de reciclagens ou de aparas de material bruto!
Sugiro um debate franco e aberto, visto que muitos dos produtos vendidos são frutos de reciclagens ou de aparas de material bruto!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
O que é Economia Solidária?
A Economia Solidária pode ser definida em três dimensões:
- Economicamente, é um jeito de fazer a atividade econômica de produção, oferta de serviços, comercialização, finanças ou consumo baseado na democracia e na cooperação, o que chamamos de autogestão: ou seja, na Economia Solidária não existe patrão nem empregados, pois todos os/as integrantes do empreendimento (associação, cooperativa ou grupo) são ao mesmo tempo trabalhadores e donos.
- Culturalmente, é também um jeito de estar no mundo e de consumir (em casa, em eventos ou no trabalho) produtos locais, saudáveis, da Economia Solidária, que não afetem o meio-ambiente, que não tenham transgênicos e nem beneficiem grandes empresas. Neste aspecto, também simbólico e de valores, estamos falando de mudar o paradigma da competição para o da cooperação de da inteligência coletiva, livre e partilhada.
- Politicamente, é um movimento social, que luta pela mudança da sociedade, por uma forma diferente de desenvolvimento, que não seja baseado nas grandes empresas nem nos latifúndios com seus proprietários e acionistas, mas sim um desenvolvimento para as pessoas e construída pela população a partir dos valores da solidariedade, da democracia, da cooperação, da preservação ambiental e dos direitos humanos.
A economia solidária é praticada por milhões de trabalhadoras e trabalhadores de todos os extratos, incluindo a população mais excluída e vulnerável, organizados de forma coletiva gerindo seu próprio trabalho, lutando pela sua emancipação em milhares de empreendimentos econômicos solidários e garantindo, assim, a reprodução ampliada da vida nos setores populares.
São iniciativas de projetos produtivos coletivos, cooperativas populares, cooperativas de coleta e reciclagem de materiais recicláveis, redes de produção, comercialização e consumo, instituições financeiras voltadas para empreendimentos populares solidários, empresas autogestionárias, cooperativas de agricultura familiar e agroecologia, cooperativas de prestação de serviços, entre outras, que dinamizam as economias locais, garantem trabalho digno e renda às famílias envolvidas, além de promover a preservação ambiental.
Além disso, a economia solidária se expressa em organização e conscientização sobre o consumo responsável, fortalecendo relações entre campo e cidade, entre produtores e consumidores, e permitindo uma ação mais crítica e pró-ativa dos consumidores sobre qualidade de vida, de alimentação e interesse sobre os rumos do desenvolvimento relacionados à atividade econômica.
Para saber mais, acesse o site do FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária |
Participe da Campanha pela
Lei da Economia Solidária você também!
ACESSE:
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Por que uma Lei da Economia Solidária?
Pelo direito ao trabalho associado e a uma Economia Solidária!
A caminhada da economia solidária no Brasil já tem muita história e muita construção coletiva, e a busca por políticas permanentes de apoio e fortalecimento da economia solidária é tema de debates e pressão social pelo movimento de economia solidária, tanto no nível local, quanto no nível nacional, principalmente nas duas Conferências Nacionais realizadas (2006 e 2010) e nas Plenárias do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (2002, 2003, 2003, 2008).
As propostas colocadas e debatidas pelo movimento foram consolidadas no Conselho Nacional de Economia Solidária, que elaborou a proposta de Lei que cria a Política Nacional de Economia Solidária, além do Sistema e o Fundo Nacionais de Economia Solidária.
Após a elaboração do projeto de lei, a sociedade civil presente no Conselho tomou a iniciativa de lançar a campanha de coleta de assinaturas para conseguirmos aprovar esta proposta como um Projeto de Lei de Iniciativa Popular.
Precisamos de toda a mobilização possível em cada bairro, comunidade e cidade para conseguirmos a assinatura de 1% do eleitorado brasileiro, o que significa uma meta de aproximadamente um milhão trezentas e cinquenta mil assinaturas!
Isso significa também um amplo processo educativo junto a sociedade, construindo e divulgando um outro jeito de fazer política e (re)produção social e econômica.
A coleta de assinaturas pelo Projeto de Lei de Iniciativa Popular é fundamental para garantir e pressionar pela aprovação de uma Política Nacional que atenda às necessidades desta outra economia.
Qual a importância da sua participação na Campanha?
- Mostrar que você apoia um desenvolvimento e uma sociedade em que a vida e a cooperação sejam o centro, e não o lucro.
- Mostrar ao governo que o Brasil precisa de políticas públicas para a economia solidária através da Lei de Iniciativa Popular da Economia Solidária.
- Divulgar a economia solidária em seu bairro, escola, trabalho, comunidade e cidade..
- Fazer parte da defesa dos nossos direitos de cidadão, nossa cidadania, em que o mais importante seja a democracia e a qualidade de vida de todas e todos, e não só de alguns poucos.
Participe da Campanha
você também!
ACESSE:
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
A Economia Solidária é um horizonte...
FONTE: SUGIRA UM ARTIGO
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De: Ivan Bonifácio
Email: isbonifacio@yahoo.com.br
Email: isbonifacio@yahoo.com.br
Postado: 04/01/2012 11:14:58
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O ano de 2012 traz consigo a possibilidade de desenvolvimento da Economia Solidária no Município de Rio Claro como em nenhum outro momento.
A Secretaria Municipal de Ação Social, reconhecendo os apontamentos do Governo Federal sobre a importância da existência de determinadas políticas públicas, inicia o planejamento para a implantação do Sistema Municipal de Economia Solidária.
Diversos foram os avanços na atual gestão, como a realização de 16 Fóruns Municipais de Economia Solidária; aprovação da Lei Municipal de Economia Solidária (nº4038/10); realização da I Feria de Economia Solidária de Rio Claro e Região e o convênio com a UNESP Rio Claro para o desenvolvimento do projeto "Mapeando Papéis Sociais, bem como Diagnóstico e Desenvolvimento de Políticas Públicas em Economia Solidária em Rio Claro/SP.
A equipe de Economia Solidária, formada por membros da Secretaria de Ação Social e UNESP Rio Claro, além do desenvolvimento das ações citadas, obteve a aprovação do projeto Rio Claro Solidária - Construindo coletivos solidários e integrando territórios, apresentado a Secretaria Nacional de Economia Solidária - Edital 003/2011 SENAES - em consonância com o Plano Brasil sem Miséria que pretende a erradicação da extrema pobreza no território nacional.
Está prevista para fevereiro a inauguração do Centro Público de Economia Solidária, localizado na Rua 10, 2527 (antigo prédio da UNESP Santana), o qual abrigará diversas ações do Projeto Rio Claro Solidária, servindo também como ponto fixo de comercialização, posto de coleta de assinaturas para a campanha nacional pela lei de economia solidária, incubadora de empreendimentos e espaço de pactuação entre empreendedores, entidades de fomento e governo.
Além dos Fóruns Municipais mensais, Rio Claro receberá em 22 de maio o Fórum Regional de Economia Solidária, demonstrando a articulação do Município no cenário atual.
Uma outra economia é possível, e existem muitos espaços para serem ocupados. A economia solidária é uma alternativa para aqueles que pretendem obter seu sustento a partir das próprias atividades, sem a necessidade de vender sua força de trabalho ou explorar a força de trabalho de alguém.
Na parede da Fazenda da Roseira, um Ponto de Cultura na cidade de Campinas que abriga o Jongo Dito Ribeiro, está escrito:
"Eu seguro sua mão na minha para juntos possamos fazer aquilo que não posso fazer sozinho".
"Eu seguro sua mão na minha para juntos possamos fazer aquilo que não posso fazer sozinho".
A Economia Solidária é um horizonte...
Convênios que vão beneficiar 1.600 catadores e catadoras
FONTE: SUGIRA UM ARTIGO
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De: Ivan Bonifácio
Email: isbonifacio@yahoo.com.br
Postado: 04/01/2012 11:09:11
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Brasilia, 22/12/2011 - O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) assinou nesta quinta-feira (22), em São Paulo, dois convênios que vão beneficiar 1.600 catadores e catadoras de materiais recicláveis de varias regiões de São Paulo, inclusive do ABC paulista.
Reportagem completa:
Fórum de Articulação entre Cooperativas de Catadores
O Fórum de Articulação entre Cooperativas de Catadores tem por objetivo resgatar discussões e desdobramentos apontados no V ENFAC (Encontro Nacional de Formadores e Apoiadores de Catadores e Catadoras) que ocorreu no município de Assis entre os dias 03 e 05 de novembro de 2011. O Fórum propiciará a troca de experiências entre as cooperativas de catadores e catadoras dos municípios de Rio Claro, São Carlos, Araraquara, Campinas e demais localidades da região, visando o fortalecimento desses empreendimentos e sua articulação política e econômica. Outro objetivo é a criação de uma rede de comercialização entre as cooperativas presentes, a fim de possibilitar a venda seus produtos diretamente ao comprador final, incentivando assim a comercialização solidária, a qualificação e valorização do trabalho desempenhado pelos catadores e catadoras organizados.
Os objetivos da atividade estão alinhados com as ações previstas no Projeto SENAES 004, proposto pela Secretaria de Ação Social e UNESP, e aprovado recentemente pelo Ministério do Trabalho e Emprego, através da Secretaria Nacional de Economia Solidária, com aporte de recursos no valor total de R$500 mil, para fortalecer a organização de catadores e catadoras, estimulando a criação de redes em nosso município. A liberação do recurso é esperada para os próximos meses.
Este Fórum de Articulação entre Cooperativas de Catadores tem sido planejado em conjunto com as cooperativas COOPERVIVA de Rio Claro, ACÁCIA de Araraquara e COOPERVIDA de São Carlos.
Os objetivos da atividade estão alinhados com as ações previstas no Projeto SENAES 004, proposto pela Secretaria de Ação Social e UNESP, e aprovado recentemente pelo Ministério do Trabalho e Emprego, através da Secretaria Nacional de Economia Solidária, com aporte de recursos no valor total de R$500 mil, para fortalecer a organização de catadores e catadoras, estimulando a criação de redes em nosso município. A liberação do recurso é esperada para os próximos meses.
Este Fórum de Articulação entre Cooperativas de Catadores tem sido planejado em conjunto com as cooperativas COOPERVIVA de Rio Claro, ACÁCIA de Araraquara e COOPERVIDA de São Carlos.
A atuação em nosso município se dá através do Programa de Economia Solidária (Diretoria de Planejamento e Políticas Intersetoriais da Secretaria Municipal de Ação Social) e do convênio existente entre o Instituto de Geociências e Ciências Exatas – IGCE/UNESP Rio Claro. Já no município de São Carlos, tem o apoio do Departamento de Apoio a Economia Solidária – DAES e Incoop/UFSCar.
O evento espera receber demais cooperativas e representantes de instituições governamentais e não-governamentais, além de contar com a participação de representantes do comite Oeste Paulista pertencente ao MNCR (Movimento Nacional de Catadores) e representantes da rede de comercialização de Campinas (RECICLAMP).
A programação do evento segue abaixo:
Fórum de Articulação entre Cooperativas de Catadores
Data: 14/01/2011
Local: COOPERVIVA Rua Meridian s/n° Distrito Industrial (próximo a Zoonoses) Rio Claro/SP
Horário | Descrição |
08h30 | Chegada - Café |
09h00 - 09h30 | Boas vindas! |
09h30 – 10h00 | Apresentação dos empreendimentos |
10h00 – 10h30 | Apresentação dos objetivos do Fórum 1. O que é o Fórum? 2. Qual a sua abrangência? 3. Quais os objetivos da rede? 4. Qual o seu papel na Cadeia Produtiva da Reciclagem? |
10h30 – 12h30 | Articulação dos grupos para comercialização coletiva: a) Tipos de materiais; b) Desempenho dos empreendimentos; e c) Condições comerciais em cada contexto |
12h30 – 13h30 | Almoço |
13h30 - 15h00 | Diretrizes para os próximos encontros 1. Locais 2. Frequência 3. Construção de pautas coletivas; 4. Encaminhamentos 5. Divisão de tarefas 6. Troca de contatos |
15h00 -15h30 | Visita à Cooperviva |
16h00 | Encerramento |
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Participe da Campanha pela Lei da Economia Solidária!
APRESENTAÇÃO
A cada dia cresce a quantidade de pessoas no Brasil que se unem para trabalhar ou consumir juntos, em solidariedade, na Economia Solidária, em que não há patrão nem empregados. Esta prática é boa para o Brasil, pois não concentra renda, e nem é baseada na competição e no lucro, mas sim na vida, na cooperação e na qualidade de vida para todos.Infelizmente, a lei brasileira traz muitas dificuldades para quem quer viver da Economia Solidária, ainda mais se comparado às empresas capitalistas, que vivem somente da exploração e do lucro. Isso acontece, principalmente, por que o Estado Brasileiro não reconhece o direito ao trabalho associado e às formas organizativas baseadas na Economia Solidária, dificultando o acesso a financiamento público, assessoria técnica e divulgação na sociedade.
Para fortalecer esta proposta de desenvolvimento justo, sustentável, diverso e solidário, foi criada a Campanha pela Lei da Economia Solidária. O objetivo da Campanha é conseguir criar a primeira lei brasileira que reconheça o direito ao trabalho associado e apoie as iniciativas da economia solidária, dando espaço para as pessoas poderem se organizar em cooperação, com justiça e preservação ambiental.
Participe da Campanha você também!
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